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segunda-feira, 25 de junho de 2012

O VOO DO MILHAFRE (VI) - «A INDEPENDÊNCIA AÇORIANA»

Com a aproximação das comemorações da efeméride do 6 de Junho e respectivo rescaldo, surge habitualmente na nossa imprensa, nos blogues e noutros suportes hodiernos de comunicação, muitos artigos, posts e opiniões sobre o tema subjacente - A Independência Açoriana.


Neste contexto, não resistimos de linkar neste blogue um interessante artigo da autoria do Dr. Álvaro Dâmaso, publicado no Açoriano Oriental online no passado dia 11, cujo título é precisamente «A Independência Açoriana», em jeito de homenagem a um opúsculo com a mesma epígrafe ( A Independência Açoriana e Seu Fundamento) da autoria de António d'Ávila Gomes e publicado em Angra do Heroísmo em 1892:


É de facto um interessante artigo, e mesmo sem fazer a apologia da independência, se reconhece que uns Açores governados directamente pelos seus próprios cidadãos é sempre a solução mais adequada, como remata o distinto autor: «Está demonstrado, que os acorianos, por si próprios, governam melhor o território disperso em que vivem do que o governo nacional...».

Nem mais: Livre Administração dos Açores pelos Açorianos.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A F.L.A. VOLTA A COMEMORAR O «6 de JUNHO»

Segundo notícia do Açoriano Oriental online, publicada na passada Segunda-Feira do Espírito Santo, a FLA- Frente de Libertação dos Açores vai assinalar o 37º Aniversário da grandiosa manifestação ocorrida a 6 de Junho de 1975 e que foi o ponto de partida para a conquista desta primeira fase da actual Autonomia:


Segundo Álvaro Lemos, porta-voz deste movimento revelou ainda que «a FLA pretende realizar um estudo económico, recorrendo a economistas noruegueses ou dinamarqueses, para demonstrar aos açorianos que o arquipélago tem condições financeiras para ser independente».

Ainda segundo o mesmo diário de Ponta Delgada, as comemorações desse evento histórico, terão lugar no próximo dia 6 de Junho, «com início pelas 11:00, com uma missa na igreja de S. Pedro (PDL), seguindo-se às 17:30 uma concentração no Jardim Sena Freitas, em Ponta Delgada, onde o independentista José de Almeida fará uma palestra».

terça-feira, 15 de maio de 2012

O VOO DO MILHAFRE (I)

Iniciamos hoje neste blogue uma nova rubrica intitulada «O Voo do Milhafre», através da qual iremos dar destaque e realce a artigos de opinião publicados na nossa imprensa ou posts publicados em blogues açorianos ou noutros, e quando os assuntos tratados nos mesmos tenham a ver com a actualidade açoriana ou com temas especificamente açorianos.

Para inaugurar esta rubrica nada melhor do que linkar um artigo de opinião do Sr. João Pacheco de Melo, publicado hoje no «Açoriano Oriental» online e que é um autêntico libelo acusatório a quem, por um prato de lentilhas, quer vender os Açores e hipotecar o nosso futuro aos centralistas/colonialistas de Lisboa:


A TRISTE DEPENDÊNCIA



[De facto é vergonhoso para um partido fundador da nossa Autonomia - o velhinho PPDA (Partido Popular Democrático Açoriano) , hoje transformado numa sucursal insossa do PSD português com sede em Lisboa!, - estar permanentemente a vilipendiar o que aqui se fez e faz; a municiar os inimigos da autonomia com polémicas e guerrilhas estúpidas para fins meramente eleitoralistas e pessoais; e até a vender a alma ao diabo com o objectivo da vã glória do poder.

Quando vemos e ouvimos a actual líder da sucursal do PSD português nos Açores, Drª Berta Cabral, e respectiva entourage, não temos dúvidas algumas que pretendem «governar» «esta» Região à boa maneira das Juntas Gerais e dos Governos Civis dos ex-«distritos autónomos», cujos responsáveis iam despachar a Lisboa e trazer na bagagem uns providenciais cheques para construção de fontanários e bebedouros...

Subscrevemos integralmente o teor deste artigo e daqui felicitamos o seu autor por mais esta pedrada no charco do pântano putrefacto desta autonomia fantoche.

É igualmente vergonhoso assistir à quietude duma determinada élite (ou pseudo-élite), outrora comprometida com a Autonomia e com a Defesa dos Açores, mas que agora por meras questões de intendência e de bucho, abdicaram da luta e andam aí a caucionar as doutrinas centralistas e neo-comunistas liberais de Lisboa e arredores!

Para memória futura!]