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quarta-feira, 6 de junho de 2012

LEMBRAR O 6 DE JUNHO

[Foto do Sr. José Maria* facebook]


Apesar de hoje estarmos muito ocupados, fazemos muita questão em assinalar esta preciosa data aqui neste blogue.


O 6 de Junho de 1975 não pertence a este ou àquele grupo, embora se deva reconhecer os seus principais protogonistas e até mártires.
Foi um dia excepcional onde o grito de revolta e de afirmação dos Açorianos chegou mais alto.


Fartos de humilhações e de ofensas contínuas à nossa identidade e idoneidade, nesse dia os Açorianos manifestaram-se em massa e disseram que também queriam ser ouvidos e que já não admitiam que outros decidissem por eles e que viessem para aqui mandar como nós fossemos simples indígenas.


O que sucedeu depois, são outras histórias e que já pertencem à História.


Fiquemos pelo essencial e prestemos honras àqueles que enfrentaram as agruras dos acontecimentos e que abriram uma pequena janela para o nosso futuro, que pretendemos ser próspero e radioso.


Viva os Açores!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A F.L.A. VOLTA A COMEMORAR O «6 de JUNHO»

Segundo notícia do Açoriano Oriental online, publicada na passada Segunda-Feira do Espírito Santo, a FLA- Frente de Libertação dos Açores vai assinalar o 37º Aniversário da grandiosa manifestação ocorrida a 6 de Junho de 1975 e que foi o ponto de partida para a conquista desta primeira fase da actual Autonomia:


Segundo Álvaro Lemos, porta-voz deste movimento revelou ainda que «a FLA pretende realizar um estudo económico, recorrendo a economistas noruegueses ou dinamarqueses, para demonstrar aos açorianos que o arquipélago tem condições financeiras para ser independente».

Ainda segundo o mesmo diário de Ponta Delgada, as comemorações desse evento histórico, terão lugar no próximo dia 6 de Junho, «com início pelas 11:00, com uma missa na igreja de S. Pedro (PDL), seguindo-se às 17:30 uma concentração no Jardim Sena Freitas, em Ponta Delgada, onde o independentista José de Almeida fará uma palestra».

quarta-feira, 9 de maio de 2012

FLA, DE NOVO....SEGUNDO O «DIÁRIO INSULAR»

[Foto da edição do Diário Insular de 09.05.2012]

Segundo a edição de hoje do «Diário Insular», publicado na Cidade Património Mundial de Angra do Heroismo, Ilha Terceira, os símbolos da FLA estão a ser investigados em várias ilhas, alegadamente pelas secretas portuguesas.:


Segundo a notícia deste diário terceirense: «Têm-se multiplicado pelas ilhas vários símbolos da FLA nos últimos dois anos. DI sabe que o fenómeno já está a ser investigado por serviços secretos, mas há quem duvide da associação dessas manifestações a um movimento politico».

Na 1ª coluna deste mesmo diário especifica-se mais o fenómeno: «Símbolos da FLA-Frente Libertação dos Açores recomeçam a ser exibidos publicamente nas ilhas.

Bandeiras ondulam ao vento, umas vezes solitárias, outras acompanhadas de bandeiras do Espírito Santo; nas paredes aparecem inscrições independentistas...»

Esta notícia, em conjunto com outras que têm surgido na nossa imprensa e até nas conversas de café e convívios sociais, revelam que o espírito açoriano e o instinto natural de defesa da nossa terra e da nossa identidade está a emergir, pacifica e orgulhosamente.

Associar a bandeira que a foto exibe à FLA é jornalisticamente um erro. Aquela bandeira é a bandeira histórica dos Açores, pelo que é muito preocupante saber que existem em curso alegadas investigações sobre este poderoso símbolo açoriano. Seria o mesmo que mandar investigar as antigas bandeiras de Portugal, nomeadamente a de D. Afonso Henriques ou a da Monarquia Constitucional, que muitas vezes encontramos hasteadas em edificios ou moradias de simpatizantes monárquicos...

Por outro lado, e não é a 1ªvez que este tipo de notícias sai (talvez seja para amedrontar e assustar!), como é que é possível num país que se diz pertencer à UE e que subscreveu todas as Cartas da ONU, sustentar investigações e prováveis perseguições, alegadamente (sublinhamos) por serviços secretos?...

E já agora, por que essas secretas não ocupam o seu precioso tempo em investigar e monitorizar as roubalheiras que neste preciso momento devem estar a ocorrer nalguns gabinetes de Lisboa, à conta do contribuinte português, pobre e ultrajado, e onde se transacciona a soberania nacional às talhadas?.....