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terça-feira, 12 de junho de 2012

O VOO DO MILHAFRE (IV)- «AINDA O 6 DE JUNHO»

[Foto do Sr. José Maria * facebook]

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Nesta rubrica hoje destacamos mais um importante artigo do Sr. João Pacheco de Melo, publicado no «Açoriano Oriental» online:

AINDA O 6 DE JUNHO


[Um olhar lúcido sobre a importância histórica e sobre o simbolismo actual da grande manifestação açoriana de 6 de Junho de 1975. Hoje, mais do que ontem, existem muitas mais razões para que os nossos direitos históricos e a nossa própria identidade cultural sejam defendidos com unhas e dentes.Se falharmos, seremos escravos na nossa própria terra!]

terça-feira, 24 de abril de 2012

A NOVA FASE DO MNA/FLA

Segundo notícia de 23.03.2012 do jornal terceirense «A União», o Movimento Nacionalista Açoriano/Frente Libertação dos Açores (FLA) lançou recentemente alguns comunicados, mobilizando as populações para as lutas politicas que aí vêm:

http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=27461

Segundo Álvaro de Lemos, antigo Presidente do PDA-Partido Democrático do Atlântico e independentista assumido, estão a ser sentidas várias dificuldades e restrições na realização das suas acções politicas de divulgação e esclarecimento.

Neste mesmo despacho do jornal terceirense «A União» é denunciado que as telecomunicações das pessoas ligadas ao MNA/FLA estão «sob escuta».

Curiosa esta observação quando amanhã , dia 25 de Abril, comemoramos o Dia da Liberdade.

Enquanto a Constituição da R.P. não coloca quaisquer obstáculos a movimentos e partidos extremistas e xenófobos (ex: PNR) ou toda uma variedade de grupos e grupelhos que proliferam na Península; não permite e reprime quaiquer movimentos, associações ou partidos independentistas, regionalistas ou nacionalistas, ao contrário do que acontece na maioria dos países da União Europeia.

Até permite a existência de "associações secretas" de índole filosófica, religiosa ou laica ou mesmo máfias politico-partidárias-empresariais e financeiras que nos últimos anos raptaram para seu usufruto as funções do Estado e que levaram o país à bancarrota.

Mas não permite que cidadãos pacíficos e honestos se reunem em número superior a dois para defenderem a dignidade e a auto-determinação da sua Terra.

Por isso comemorar a Liberdade em Portugal e nas Ilhas Adjacentes têm ainda muito que se lhe diga...