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quarta-feira, 16 de maio de 2012

FESTA DO ESPÍRITO SANTO NO ESTADO DE SANTA CATARINA


[Festa da cultura açoriana, uma grande tradição do povo jaguarunense.
Mais de 107 anos de Tradição e Devoção ao Divino Espírito Santo.]

[Um interessante vídeo documental postado em 2008 sobre as Festas do Espírito Santo

numa cidade do Estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil, da autoria do Sr. Guilherme Pereira Garcia, para ver e ouvir ao som de bonitas marchas festivas interpretadas pela filarmónica local]


«A origem da Festa é histórica. Surgiu de uma promessa feita pela rainha Isabel de Portugal ao Divino Espírito Santo, em troca de acordo entre pai e filho que disputaram o trono.

Quando houve a reconciliação ela mandou bordar na bandeira vermelha, uma pomba branca simbolizando a Paz. E mandou colocar um pombo de prata na ponta do mastro da bandeira...

Assim todo o ano a Corte Imperial participa na Festa em honra ao Divino Espírito Santo, e o Rei coroa um menino pobre demonstrando que o poder está ao serviço do Povo...»

Este culto ao D.E.S. foi levado para as terras austrais do Brasil pelos nossos antepassados e ainda hoje é lembrado como o mais vigoroso e eloquente traço de identidade do Povo Açoriano naquelas paragens.

domingo, 29 de abril de 2012

RANCHO DE AMOR À ILHA



«Rancho de Amor à Ilha», é o hino oficial da cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina (Brasil) e situada na Ilha com o mesmo nome.
Letra e música são da autoria de Cláudio Alvim Barbosa (Zininho), aqui interpretado neste vídeo por Julie Philippe e Wagner Segura, tendo como décor a Fortaleza de S. José da Ponta Grossa, na Ilha de Santa Catarina.

«Um pedacinho de terra,
perdido no mar!
Num pedacinho de terra,
beleza sem par
Jamais a natureza
Reuniu tanta beleza
Jamais algum poeta
Teve tanto pr'a cantar
........................................»

A Ilha de Santa Catarina, também é, por afectos, história, fisionomia, cultura e tradição uma ilha do universo açoriano.
É uma ilha com 424,4 Km2 (um pouquinho menos do que a nossa Ilha do Pico) e que a partir de meados do século XVIII, recebeu expressivos contigentes de açorianos, com o patrocínio da corôa portuguesa, com vista a povoar, ocupar e delimitar fronteiras.
Hoje em dia são bem visíveis em toda a ilha os vestígios culturais, patrimoniais, étnicos, folclóricos, religiosos e até gastronómicos do povoamento desta ilha pelos nossos antepassados.
Afinal, os Açores não são só 9 ilhas perdidas no meio do Atlântico Norte...
São um povo e uma nação.