domingo, 8 de abril de 2012

OS MOINHOS DOS AÇORES





Sábado, dia 7 de Abril comemorou-se o Dia Internacional dos Moinhos.

Desde o povoamento até há poucos anos, os nossos moinhos (de vento ou de água) tiveram uma importância fundamental no nosso quotodiano e na nossa economia.

Apesar de grande parte dos nossos moinhos já tenham desaparecido para sempre, ainda existem alguns bonitos exemplares que resistem estoicamente e que dão um colorido muito especial à nossa paisagem.

Para comemorar esta singela e simbólica efeméride, o Museu da Ilha Graciosa, no passado sábado abriu ao público o seu Moinho de Vento das Fontes, requalificado muito recentemente.

Actualmente já existem muitos moinhos recuperados, quer para fins museológicos, quer para fins turísticos, e seria muito interessante que os seus proprietários, autarquias ou mesmo associações de desenvolvimento local viessem a promover a recuperação de muitos daqueles moinhos que ainda fazem parte da nossa paisagem rural.

Não devemos esquecer que os moinhos dos Açores constituem autênticos ex-libris turísticos e verdadeiras relíquias da nossa arqueologia agro-industrial.

sábado, 7 de abril de 2012

UMA SEMANA SANTA ATÍPICA

Ainda sou do tempo em que o tempo da Quaresma era vivido com muita intensidade, devoção e fé.

A culminar todo este precurso de fé, conversão, abstinência, jejum e renúncia de bens materiais, chegávamos à Semana Maior, mais fortalecidos espiritualmente e mais capazes para compreender o grande mistério da Salvação.

Quase todas as instituições públicas e privadas, entravam e entranhavam no espírito desta quadra, tão libertadora quão festiva.

Nas últimas décadas, e em especial nestes últimos anos, e mercê duma laicização e secularização crescente da sociedade, muitos dos costumes, hábitos, regras e tradições desta quadra foram sendo relaxados ou substituidos por manifestações de carácter profano, com vista a preencher para alguns este tempo de férias intermédias.

Todavia, e não obstante toda esta revolução social e cultural a que assistimos, o Estado Português, através dos seus mais variados orgãos, sempre respeitou o significado desta quadra, mesmo em épocas politica ou economicante conturbadas, concedendo aos seus funcionários, agentes e servidores, a habitual e generosa «tolerância de ponto» na tarde de Quinta-Feira Santa e que podia ser alternada com a Segunda-Feira, imediatamente a seguir ao Dia de Páscoa.

Esta concessão de tolerância de ponto representava o respeito que o Estado tinha para com a maioria da população portuguesa, açoriana e madeirense, que é de matriz cristã e católica.
Não podemos esquecer que esta quadra - e que coincide com férias escolares - é sempre um momento importante de reunião familiar e de espiritualidade, tão necessária nas actuais circunstâncias e numa sociedade devastada pelo deve e haver, e nalguns casos mais extremos, sodomizada pelos novos adoradores do Bezerro de Oiro.

Ao não conceder essa tradicional «tolerância de ponto», o Governo Português, representando o Estado Central, abriu um precedente muito grave, pois não se deve afrontar as tradições culturais e religiosas dum Povo.

Fizeram bem o Governo dos Açores, todas as nossas Câmaras Açorianas, assim como a RA da Madeira, ao concederem tolerância de ponto nesta quadra.

Bem sei que a verdadeira Fé ou a participação nas cerimónias pascais, não depende necessáriamente desta ou daquela tolerância de ponto (pois durante estes dias muita gente está trabalhando), contudo a sua concessão liberta a sociedade dalgumas rotinas e cria uma atmosfera mais consentânea com o espírito que preside à Semana Santa.

Não só de pão vive o homem, e é nestes tempos de chumbo e de incertezas permanentes, que os dirigentes dum País ou duma Nação devem transmitir, quer por palavras, quer por actos ou gestos simbólicos, algum conforto e principalmente Esperança.
Infelizmente, o Governo Central, a pretexto de troikas e troykismos, continua a vergastar e a punir os cidadãos, como estes não fossem a razão e a condição do seu próprio desempenho e trabalho.

Numa breve auscultação de rua notámos alguma amargura e desconforto por mais este sinal de punição e sobranceria, como isso trouxesse mais produtividade ou estabilidade a um país completamente devastado e desnorteado.

A todos, uma Feliz e Santa Páscoa.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ORQUESTA LIRA AÇORIANA

Hoje, dia 5 de Abril, Quinta-Feira Santa, pelas 21H30, no Teatro Faialense, da cidade Horta, haverá um extraordinário concerto pela Orquestra Lira Açoriana, sob a direcção do maestro António Melo e maestro convidado Helder Bettencourt.

Na II parte do concerto actuará também o Grupo Coral da Horta, sob a direcção da maestrina Renata Rentowaska.

Serão interpretados temas de música clássica, temas tradicionais açorianos e temas originais de novos compositores açorianos: Nas Asas do Milhafre, de Helder Bettencourt e Três Oceanos de Antero Ávila.

Certamente será um concerto memorável, e o mesmo acontece como resultado final dum estágio com os jovens músicos desta importante instituição cultural açoriana, já com um palmarés apreciável.

Este blogue faz jus à qualidade desta Orquestra e dos seus músicos ao colocar no seu frontispício, na barra de vídeo, vários videos com a actuação desta Orquestra e que podem ser vistos e ouvidos enquanto os estimados leitores lêm ou consultem o blogue.

MUITO QUEIJO POR UM ESCUDO






Uma das grandes causas que levaram «este» país à situação dramática em que está mergulhado, e que não é mais nem menos do que o limiar da bancarrota, foi a completa irresponsabilidade da classe politica portuguesa e de todas as ramificações do próprio Estado na gestão e/ou administração da «res publica».


Aqui, nos Açores, embora em escala muito menor e mais envergonhada, também aconteceram fenómenos estranhos de despesismo, clientelismo e negligência na administração dos recursos públicos.Muitos desses fenómenos - e que têm longevidade de décadas! - foram «importados» directamente do Continente ou aqui plantados pelos estados-maiores dos partidos portugueses.


Bastas vezes presenciámos animadas e ruidosas campanhas eleitorais onde a promessa fácil e a irresponsabilidade social e fiscal eram omnipresentes.Desde promessas de construção de polivalentes, de gimno-desportivos, cemitérios, marinas, avenidas do mar, croisettes, piscinas aquecidas, museus, centrais de camionagens, etc. até ao recrutamento de pessoal politicamente «desempregado», ou até à criação de emprego para os filhos e as filhas do compadre, do amigo, do patrão ou do correligionário.


Há casos tristemente anedóticos onde os autarcas «ofereceram» aos munícipes, blocos de cimento, tintas, telhas, asfaltagens de acessos,etc, etc,Noutros casos, nomeadamente nas legislativas, a coisa pia mais fino e muito solenemente sobe-se a parada das promessas.


Ora, é precisamente o que está acontecendo agora nos Açores, onde todos os partidos já começaram a apresentar o seu católogo de promessas, colecção Outono-Inverno.


Desses partidos, destaco hoje um , a delegação local do PSD de Lisboa, que pela sua megalomania, tem vindo a prometer coisas absolutamente fantabulásticas, desde duma espécie de «rendimento razoável assegurado» para jovens «empresários» até ao aumento do complemento social de pensão, passando até pela criação de emprego dirigido , sem esquecer os apoios generosos para isto, para aquilo, para aqueles, para aqueloutros, numa ânsia desmedida de agradar tudo e todos ao mesmo tempo.


Obviamente que grande parte destas promessas são autênticas falácias ou mesmo publicidade enganosa e que devia ter outras consequências.


Tudo é tão lindo e formoso, mas ainda não vimos nem ouvimos qualquer explicação técnico-científica, donde virá o dinheiro para tão lauto banquete e ainda não nos explicaram como é que se vai «ajudar» uns, enquanto se rapina outros, e ainda outros estão a ser triturados no rolo compressor que o Governo neo-comunista liberal de Lisboa pôs a funcionar e que certamente quererá estender a estas Ilhas, através dos seus procuradores locais.


Se a demagogia e a irresponsabilidade políticas pagassem imposto, certamente que os cofres da «Região» estariam a abarrotar...


Portanto, meus amigos, muito cuidado com os vendedores de banha da cobra, pois já diz o nosso Povo, na sua imensa sabedoria: quando a esmola é grande, o Santo desconfia...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

UMA OPOSIÇÃO INSOLENTE E TELEGUIADA A PARTIR DE LISBOA

Somos de opinião que uma boa Oposição é tão útil e necessária como um bom Governo. Seja à direita, à esquerda ou ao centro.

Ambos - Governo e Oposição - devem ter como objectivo último a defesa das populações e do território onde exercem a sua nobre actividade politica.

Infelizmente nem sempre esta premissa se verifica, quer por parte dos governantes, quer por parte da Oposição, ou das oposições como expressão plural da nossa sociedade.

Com a aproximação das eleições legislativas açorianas - lá para o mês de Outubro, apesar de ter havido pr'aí uma iniciativa terceiro-mundista, para as antecipar - o debate politico-partidário está ao rubro e já se vive em verdadeiro clima pré-eleitoral.

A esta distância já estão posicionados os principais contendores, e que, dentro das actuais contigências constitucionais e estatutárias, vão concorrer à governação desta «região autónoma».

Desde já declaramos que não estamos alinhados partidariamente com nenhum partido de base nacional portuguesa, até porque não podemos nem podíamos alinhar por outras formações partidárias ou movimentos de base regionalista/autonomista/independentista, conforme estipula a CRP das «amplas liberdades», coisa inédita na União Europeia e na Europa do séc.XXI.

Feita esta declaração de interesses, ficamos livres para criticar, denunciar, reclamar, apoiar ou aconselhar, todos aqueles e aquelas que vão concorrer a estas eleições.

O nosso compromisso, ou melhor, o nosso partido chama-se Açores, e é a este desígnio que devemos lealdade e obediência.

Posto isto, é com muita tristeza e amargura que venho acompanhado as actividades politicas do principal partido da oposição parlamentar e que, a propósito de desgastar o actual Governo dos Açores e o partido que o sustenta, tem pautado a sua actuação por um ataque desmesurado aos nossos próprios interesses regionais.

O caso da famigerada dívida - geracional, segundo a nova doutrina, ainda não sancionada pelas pelas melhores escolas de economia e finanças públicas - despoletada, agitada, fabricada e empolada pela liderança desse partido (líder e deputados) tem sido duma irresponsabilidade total , com evidente alarme social e com consequências ainda por mensurar.

Desde Maio de 2011 foi posto a circular - a propósito de grandes investimentos estruturantes que estavam em curso (scuts rodoviárias; hospital e infra-estruturas portuárias) - a notícia duma mega dívida - que inicialmente foi orçada em 2.500 milhões e que no início deste ano já ia em 3.300 milhões...

Ora, esta dívida geracional, segundo a fraseologia pseudo-técnica utilizada, não é mais do que a prospectiva das futuras responsabilidades financeiras nas próximas três décadas e que se destinam a pagar tão imponentes como fundamentais investimentos.

Uma coisa é dívida vencida - como são os casos da Madeira, das enormíssimas dívidas das empresas públicas nacionais, das Autarquias Locais, de várias Estruturas do Estado Central e da própria República; outra coisa são responsabilidades financeiras (dívida futura) a vencer-se num espaço temporal apreciável e com comprovada sustentação em receitas ou proventos futuros.

Pois, se temos de contabilizar as responsabilidades financeiras futuras, então por maioria de razão devemos contabilizar as receitas futuras, para que possamos equacionar devidamente e tirar as devidas ilacções.

Ora, a líder da delegação nos Açores desse partido nacional assim como os respectivos deputados regionais, transformados em autênticos cabos eleitorais (a necessidade obriga!) têm feito uma narrativa dramática desses números e com isso têm prejudicado manifestamente os Açores, como entidade autónoma que felizmente goza de bom nome.

Toda esta narrativa não é inocente, e não será dificil adivinhar que ela esteja incluida num caderno de encargos e num guião elaborados a partir de Lisboa, nomeadamente a partir da sede desse partido nacional e de todos os quadrantes centralistas que nutrem um ódio indisfarçável à Autonomia dos Açores e às suas reinvindicações seculares.

Se dúvidas houvesse, basta acompanhar os comentadores das televisões portuguesas (onde pululam ex-ministros do actual PR e de governos da actual maioria, e mesmo do partido irmão que governa os Açores ) para constatarmos as referências ofensivas e injuriosas que vomitam contra nós.

Infelizmente, o maior partido da oposição parlamentar açoriana, tão cedo se livrará desta fama, e por muitos anos terá aposto no seu emblema tão ruim anátema.

Resta dizer também que os deputados açorianos (da maioria e das oposições) são pagos - e muito bem pagos! - pelos contribuintes açorianos, e são a estes que devem lealdade, e não a forças e entidades externas.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

UM «ESTADO SUCIAL» À BEIRA-MAR PLANTADO

É raro o dia que as televisões portuguesas não noticiam abundantemente desgraças várias, desde burlas; roubos; trafulhices; alta corrupção; irregularidades financeiras; negócios privados com dinheiros públicos; virtudes públicas versus vícios privados, criminalidade violenta até às actividades ilícitas protogonizadas por grupos de pressão e de associações secretas,etc.


Desde há muito tempo, talvez desde há muitos anos a esta parte, Portugal tem sido saqueado e desonrado num ritmo deveras impressionante.

Como é habitual nestes casos, quem sofre com todo este saque e corrupção organizada, são sempre os elementos mais frágeis da sociedade, em especial os idosos e as crianças das famílias mais pobres e vulneráveis.

Em Portugal temos vindo a assistir de dia para a dia - em progressão geométrica - a um invulgar fenómeno, onde o Estado e as suas estruturas protegem os grupos sociais mais poderosos e endinheirados à conta da exploração, confisco e rapina fiscal dos pobres , da classe trabalhadora e da proletarização irreversível da classe média, tão fundamental para o equilibrio social e para o desenvolvimento económico.

A par de toda a convulsão social que está a fermentar, o Estado continua a retirar escandalosamente direitos básicos aos cidadãos, desde cortes nos salários, nas prestações sociais, na assistência médica e medicamentosa e na própria segurança jurídica de pessoas e bens.

Ainda hoje, ouvimos da boca do Ministro da Assistência e Caridade, mais um anúncio de cortes de subsídio de desemprego, subsídio de doença, rendimento mínimo, etc, com a justificação pateta que isso terá como consequência a descida da fraude, o que constitui uma verdadeira ofensa à maioria esmagadora dos cidadãos que são honestos (muito mais honestos do que esses governantes de aviário!) e uma afronta aos profissionais (médicos,etc.) que atestam essas situações.

Realmente a situação social «neste» país é duma injustiça atroz.

«Sucialismo de Estado» à fartazana para a momenklatura e para as clientelas politico-partidárias do regime, e que estão sempre muito bem servidas seja qual fôr a origem do governo ou da maioria que o apoia, e «capitalismo selvagem» para os servos da glebe, para os mais desfavorecidos e para todos aqueles que se levantam cedo para pôr «isto» a funcionar».

Castigam-se as autarquias (em especial as freguesias que não são responsáveis pela mega dívida do Estado!); as ilhas e os trabalhadores (dependentes/independentes/micro, pequenos e médios empresários), mas não se toca nos privilégios dos que raptaram as funções do Estado para seu usufruto privado, como é o caso das parcerias público-privadas, das rendas da energia, das concessões com lucro garantido ou na utilização do banco do Estado (isto é, dos contribuintes) para alavancar negócios privados e especulações bolsistas.

Neste negro cenário dum país onde o «Estado Sucial» prospera, os Açores, como comunidade insular, abandonada durante todos estes séculos, por um poder centralista e colonialista, está de novo a sofrer as consequências duma governação portuguesa aventureirista e golpista.

Todos nós, cidadãos nascidos ou residentes aqui nestas nove ilhas, não somos demais para fazer frente a este verdadeiro «sucialismo (de súcias) dum Estado que pune os pobres, retira abonos de famílias a agregados de poucas posses, e por outro lado «injecta» milhões e milhões no falido BPN, nas PPP's e financia uma série de estruturas ao serviço da fidalguia dos negócios e da trapaça.

Quererdes viver e trabalhar dentro dum Estado tão injusto e parcial?

domingo, 1 de abril de 2012

A MADEIRA SOB A DITADURA FISCAL E FINANCEIRA DE LISBOA

Hoje, dia 1 de Abril de 2012, a Região «Autónoma» da Madeira disse «adeus» às taxas de Iva antigas, ou seja um adeus às taxas do Iva aplicáveis às «regiões autónomas» insulares da República Portuguesa, as quais se traduziam numa diferença de -30% em relação às taxas do território continental português.

Neste momento estão já em vigor na Madeira as seguintes taxas: 22% (taxa normal); 12% (taxa intermédia) e 5% (taxa reduzida), conforme comunicado do Conselho de Ministros de 7 de Março de 2012, e que se situam em menos um ponto percentual em relação às taxas continentais.

Para além do IVA, sofrem agravamento uma vasta panóplia de impostos e de taxas, desde o IRS, IRC, Impostos Especiais s/ o Consumo, Impostos s/ os Produtos Petrolíferos, taxas portuárias, aeroportuárias e diversas taxas cobradas aos utentes de serviços públicos naquela Região «autónoma».

Aqui estão as consequências dum regime assente no despesismo, no clientelismo, na estatização da economia e do investimento e na atribuição de privilégios a uma vasta classe politica parasitária e nepotista.

A liderança politica da RA Madeira foi irresponsável e incompetente, colocando a Madeira no cepo sob a ameaça dos seus algozes do Terreiro do Paço.

Hoje, a Madeira, vive uma situação económica e social explosiva, e que poderá ter consequências politicas a muito curto prazo.

Este duríssimo agravamento da carga fiscal na RA Madeira, e que orça em cerca de 25%, não é só o maior aumento da Região enquanto «autónoma», como não tem precedentes na sua longa História, a não ser no tempo dos engenhos e o do regime de «colonia» vigente até ao 25 de Abril.

Nos Açores, apesar dalguns desvios ou bloqueios, verificados aqui e ali, vamos continuar a «beneficiar» da redução de 30% (IVA e IRC) e de 20% no IRS, o que prova que, em termos de condução das finanças públicas «regionais», se «Portugal não é a Grécia», os Açores também não são a Madeira e muito menos Portugal.

Sintomático tem sido o facto dos companheiros do Dr. AJJ, aqui nos Açores, continuarem a aplaudir de pé o Presidente do GRM, como aconteceu no último fim-de-semana em Lisboa, enquanto são impiedosos para os seus conterrâneos açorianos que têm responsabilidades governativas.

Uma situação muito eloquente e que mostra o carácter (ou a falta dele...) dalguma classe política local.

Para memória futura...