quinta-feira, 5 de abril de 2012

ORQUESTA LIRA AÇORIANA

Hoje, dia 5 de Abril, Quinta-Feira Santa, pelas 21H30, no Teatro Faialense, da cidade Horta, haverá um extraordinário concerto pela Orquestra Lira Açoriana, sob a direcção do maestro António Melo e maestro convidado Helder Bettencourt.

Na II parte do concerto actuará também o Grupo Coral da Horta, sob a direcção da maestrina Renata Rentowaska.

Serão interpretados temas de música clássica, temas tradicionais açorianos e temas originais de novos compositores açorianos: Nas Asas do Milhafre, de Helder Bettencourt e Três Oceanos de Antero Ávila.

Certamente será um concerto memorável, e o mesmo acontece como resultado final dum estágio com os jovens músicos desta importante instituição cultural açoriana, já com um palmarés apreciável.

Este blogue faz jus à qualidade desta Orquestra e dos seus músicos ao colocar no seu frontispício, na barra de vídeo, vários videos com a actuação desta Orquestra e que podem ser vistos e ouvidos enquanto os estimados leitores lêm ou consultem o blogue.

MUITO QUEIJO POR UM ESCUDO






Uma das grandes causas que levaram «este» país à situação dramática em que está mergulhado, e que não é mais nem menos do que o limiar da bancarrota, foi a completa irresponsabilidade da classe politica portuguesa e de todas as ramificações do próprio Estado na gestão e/ou administração da «res publica».


Aqui, nos Açores, embora em escala muito menor e mais envergonhada, também aconteceram fenómenos estranhos de despesismo, clientelismo e negligência na administração dos recursos públicos.Muitos desses fenómenos - e que têm longevidade de décadas! - foram «importados» directamente do Continente ou aqui plantados pelos estados-maiores dos partidos portugueses.


Bastas vezes presenciámos animadas e ruidosas campanhas eleitorais onde a promessa fácil e a irresponsabilidade social e fiscal eram omnipresentes.Desde promessas de construção de polivalentes, de gimno-desportivos, cemitérios, marinas, avenidas do mar, croisettes, piscinas aquecidas, museus, centrais de camionagens, etc. até ao recrutamento de pessoal politicamente «desempregado», ou até à criação de emprego para os filhos e as filhas do compadre, do amigo, do patrão ou do correligionário.


Há casos tristemente anedóticos onde os autarcas «ofereceram» aos munícipes, blocos de cimento, tintas, telhas, asfaltagens de acessos,etc, etc,Noutros casos, nomeadamente nas legislativas, a coisa pia mais fino e muito solenemente sobe-se a parada das promessas.


Ora, é precisamente o que está acontecendo agora nos Açores, onde todos os partidos já começaram a apresentar o seu católogo de promessas, colecção Outono-Inverno.


Desses partidos, destaco hoje um , a delegação local do PSD de Lisboa, que pela sua megalomania, tem vindo a prometer coisas absolutamente fantabulásticas, desde duma espécie de «rendimento razoável assegurado» para jovens «empresários» até ao aumento do complemento social de pensão, passando até pela criação de emprego dirigido , sem esquecer os apoios generosos para isto, para aquilo, para aqueles, para aqueloutros, numa ânsia desmedida de agradar tudo e todos ao mesmo tempo.


Obviamente que grande parte destas promessas são autênticas falácias ou mesmo publicidade enganosa e que devia ter outras consequências.


Tudo é tão lindo e formoso, mas ainda não vimos nem ouvimos qualquer explicação técnico-científica, donde virá o dinheiro para tão lauto banquete e ainda não nos explicaram como é que se vai «ajudar» uns, enquanto se rapina outros, e ainda outros estão a ser triturados no rolo compressor que o Governo neo-comunista liberal de Lisboa pôs a funcionar e que certamente quererá estender a estas Ilhas, através dos seus procuradores locais.


Se a demagogia e a irresponsabilidade políticas pagassem imposto, certamente que os cofres da «Região» estariam a abarrotar...


Portanto, meus amigos, muito cuidado com os vendedores de banha da cobra, pois já diz o nosso Povo, na sua imensa sabedoria: quando a esmola é grande, o Santo desconfia...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

UMA OPOSIÇÃO INSOLENTE E TELEGUIADA A PARTIR DE LISBOA

Somos de opinião que uma boa Oposição é tão útil e necessária como um bom Governo. Seja à direita, à esquerda ou ao centro.

Ambos - Governo e Oposição - devem ter como objectivo último a defesa das populações e do território onde exercem a sua nobre actividade politica.

Infelizmente nem sempre esta premissa se verifica, quer por parte dos governantes, quer por parte da Oposição, ou das oposições como expressão plural da nossa sociedade.

Com a aproximação das eleições legislativas açorianas - lá para o mês de Outubro, apesar de ter havido pr'aí uma iniciativa terceiro-mundista, para as antecipar - o debate politico-partidário está ao rubro e já se vive em verdadeiro clima pré-eleitoral.

A esta distância já estão posicionados os principais contendores, e que, dentro das actuais contigências constitucionais e estatutárias, vão concorrer à governação desta «região autónoma».

Desde já declaramos que não estamos alinhados partidariamente com nenhum partido de base nacional portuguesa, até porque não podemos nem podíamos alinhar por outras formações partidárias ou movimentos de base regionalista/autonomista/independentista, conforme estipula a CRP das «amplas liberdades», coisa inédita na União Europeia e na Europa do séc.XXI.

Feita esta declaração de interesses, ficamos livres para criticar, denunciar, reclamar, apoiar ou aconselhar, todos aqueles e aquelas que vão concorrer a estas eleições.

O nosso compromisso, ou melhor, o nosso partido chama-se Açores, e é a este desígnio que devemos lealdade e obediência.

Posto isto, é com muita tristeza e amargura que venho acompanhado as actividades politicas do principal partido da oposição parlamentar e que, a propósito de desgastar o actual Governo dos Açores e o partido que o sustenta, tem pautado a sua actuação por um ataque desmesurado aos nossos próprios interesses regionais.

O caso da famigerada dívida - geracional, segundo a nova doutrina, ainda não sancionada pelas pelas melhores escolas de economia e finanças públicas - despoletada, agitada, fabricada e empolada pela liderança desse partido (líder e deputados) tem sido duma irresponsabilidade total , com evidente alarme social e com consequências ainda por mensurar.

Desde Maio de 2011 foi posto a circular - a propósito de grandes investimentos estruturantes que estavam em curso (scuts rodoviárias; hospital e infra-estruturas portuárias) - a notícia duma mega dívida - que inicialmente foi orçada em 2.500 milhões e que no início deste ano já ia em 3.300 milhões...

Ora, esta dívida geracional, segundo a fraseologia pseudo-técnica utilizada, não é mais do que a prospectiva das futuras responsabilidades financeiras nas próximas três décadas e que se destinam a pagar tão imponentes como fundamentais investimentos.

Uma coisa é dívida vencida - como são os casos da Madeira, das enormíssimas dívidas das empresas públicas nacionais, das Autarquias Locais, de várias Estruturas do Estado Central e da própria República; outra coisa são responsabilidades financeiras (dívida futura) a vencer-se num espaço temporal apreciável e com comprovada sustentação em receitas ou proventos futuros.

Pois, se temos de contabilizar as responsabilidades financeiras futuras, então por maioria de razão devemos contabilizar as receitas futuras, para que possamos equacionar devidamente e tirar as devidas ilacções.

Ora, a líder da delegação nos Açores desse partido nacional assim como os respectivos deputados regionais, transformados em autênticos cabos eleitorais (a necessidade obriga!) têm feito uma narrativa dramática desses números e com isso têm prejudicado manifestamente os Açores, como entidade autónoma que felizmente goza de bom nome.

Toda esta narrativa não é inocente, e não será dificil adivinhar que ela esteja incluida num caderno de encargos e num guião elaborados a partir de Lisboa, nomeadamente a partir da sede desse partido nacional e de todos os quadrantes centralistas que nutrem um ódio indisfarçável à Autonomia dos Açores e às suas reinvindicações seculares.

Se dúvidas houvesse, basta acompanhar os comentadores das televisões portuguesas (onde pululam ex-ministros do actual PR e de governos da actual maioria, e mesmo do partido irmão que governa os Açores ) para constatarmos as referências ofensivas e injuriosas que vomitam contra nós.

Infelizmente, o maior partido da oposição parlamentar açoriana, tão cedo se livrará desta fama, e por muitos anos terá aposto no seu emblema tão ruim anátema.

Resta dizer também que os deputados açorianos (da maioria e das oposições) são pagos - e muito bem pagos! - pelos contribuintes açorianos, e são a estes que devem lealdade, e não a forças e entidades externas.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

UM «ESTADO SUCIAL» À BEIRA-MAR PLANTADO

É raro o dia que as televisões portuguesas não noticiam abundantemente desgraças várias, desde burlas; roubos; trafulhices; alta corrupção; irregularidades financeiras; negócios privados com dinheiros públicos; virtudes públicas versus vícios privados, criminalidade violenta até às actividades ilícitas protogonizadas por grupos de pressão e de associações secretas,etc.


Desde há muito tempo, talvez desde há muitos anos a esta parte, Portugal tem sido saqueado e desonrado num ritmo deveras impressionante.

Como é habitual nestes casos, quem sofre com todo este saque e corrupção organizada, são sempre os elementos mais frágeis da sociedade, em especial os idosos e as crianças das famílias mais pobres e vulneráveis.

Em Portugal temos vindo a assistir de dia para a dia - em progressão geométrica - a um invulgar fenómeno, onde o Estado e as suas estruturas protegem os grupos sociais mais poderosos e endinheirados à conta da exploração, confisco e rapina fiscal dos pobres , da classe trabalhadora e da proletarização irreversível da classe média, tão fundamental para o equilibrio social e para o desenvolvimento económico.

A par de toda a convulsão social que está a fermentar, o Estado continua a retirar escandalosamente direitos básicos aos cidadãos, desde cortes nos salários, nas prestações sociais, na assistência médica e medicamentosa e na própria segurança jurídica de pessoas e bens.

Ainda hoje, ouvimos da boca do Ministro da Assistência e Caridade, mais um anúncio de cortes de subsídio de desemprego, subsídio de doença, rendimento mínimo, etc, com a justificação pateta que isso terá como consequência a descida da fraude, o que constitui uma verdadeira ofensa à maioria esmagadora dos cidadãos que são honestos (muito mais honestos do que esses governantes de aviário!) e uma afronta aos profissionais (médicos,etc.) que atestam essas situações.

Realmente a situação social «neste» país é duma injustiça atroz.

«Sucialismo de Estado» à fartazana para a momenklatura e para as clientelas politico-partidárias do regime, e que estão sempre muito bem servidas seja qual fôr a origem do governo ou da maioria que o apoia, e «capitalismo selvagem» para os servos da glebe, para os mais desfavorecidos e para todos aqueles que se levantam cedo para pôr «isto» a funcionar».

Castigam-se as autarquias (em especial as freguesias que não são responsáveis pela mega dívida do Estado!); as ilhas e os trabalhadores (dependentes/independentes/micro, pequenos e médios empresários), mas não se toca nos privilégios dos que raptaram as funções do Estado para seu usufruto privado, como é o caso das parcerias público-privadas, das rendas da energia, das concessões com lucro garantido ou na utilização do banco do Estado (isto é, dos contribuintes) para alavancar negócios privados e especulações bolsistas.

Neste negro cenário dum país onde o «Estado Sucial» prospera, os Açores, como comunidade insular, abandonada durante todos estes séculos, por um poder centralista e colonialista, está de novo a sofrer as consequências duma governação portuguesa aventureirista e golpista.

Todos nós, cidadãos nascidos ou residentes aqui nestas nove ilhas, não somos demais para fazer frente a este verdadeiro «sucialismo (de súcias) dum Estado que pune os pobres, retira abonos de famílias a agregados de poucas posses, e por outro lado «injecta» milhões e milhões no falido BPN, nas PPP's e financia uma série de estruturas ao serviço da fidalguia dos negócios e da trapaça.

Quererdes viver e trabalhar dentro dum Estado tão injusto e parcial?

domingo, 1 de abril de 2012

A MADEIRA SOB A DITADURA FISCAL E FINANCEIRA DE LISBOA

Hoje, dia 1 de Abril de 2012, a Região «Autónoma» da Madeira disse «adeus» às taxas de Iva antigas, ou seja um adeus às taxas do Iva aplicáveis às «regiões autónomas» insulares da República Portuguesa, as quais se traduziam numa diferença de -30% em relação às taxas do território continental português.

Neste momento estão já em vigor na Madeira as seguintes taxas: 22% (taxa normal); 12% (taxa intermédia) e 5% (taxa reduzida), conforme comunicado do Conselho de Ministros de 7 de Março de 2012, e que se situam em menos um ponto percentual em relação às taxas continentais.

Para além do IVA, sofrem agravamento uma vasta panóplia de impostos e de taxas, desde o IRS, IRC, Impostos Especiais s/ o Consumo, Impostos s/ os Produtos Petrolíferos, taxas portuárias, aeroportuárias e diversas taxas cobradas aos utentes de serviços públicos naquela Região «autónoma».

Aqui estão as consequências dum regime assente no despesismo, no clientelismo, na estatização da economia e do investimento e na atribuição de privilégios a uma vasta classe politica parasitária e nepotista.

A liderança politica da RA Madeira foi irresponsável e incompetente, colocando a Madeira no cepo sob a ameaça dos seus algozes do Terreiro do Paço.

Hoje, a Madeira, vive uma situação económica e social explosiva, e que poderá ter consequências politicas a muito curto prazo.

Este duríssimo agravamento da carga fiscal na RA Madeira, e que orça em cerca de 25%, não é só o maior aumento da Região enquanto «autónoma», como não tem precedentes na sua longa História, a não ser no tempo dos engenhos e o do regime de «colonia» vigente até ao 25 de Abril.

Nos Açores, apesar dalguns desvios ou bloqueios, verificados aqui e ali, vamos continuar a «beneficiar» da redução de 30% (IVA e IRC) e de 20% no IRS, o que prova que, em termos de condução das finanças públicas «regionais», se «Portugal não é a Grécia», os Açores também não são a Madeira e muito menos Portugal.

Sintomático tem sido o facto dos companheiros do Dr. AJJ, aqui nos Açores, continuarem a aplaudir de pé o Presidente do GRM, como aconteceu no último fim-de-semana em Lisboa, enquanto são impiedosos para os seus conterrâneos açorianos que têm responsabilidades governativas.

Uma situação muito eloquente e que mostra o carácter (ou a falta dele...) dalguma classe política local.

Para memória futura...

sábado, 31 de março de 2012

AZORES FESTIVAL CHOIRS

No Teatro Micaelense, na cidade de Ponta Delgada, inicia-se hoje o AZORES FESTIVAL CHOIRS, tendo como convidado especial o conhecido maestro António Vitorino d'Almeida, ele próprio descendente de açorianos.

O concerto de abertura está a cargo da Associação Musical Açoriana Vox Cordis com a apresentação duma compilação de músicas norte-americanas sob a epígrafe «For Ever».

Até ao dia 6 de Abril participam ainda o «Coro Sinfónico Lisboa Cantat», com apresentação do espectáculo «Alma de Gente», baseado em canções regionais portuguesas e o coro Amici Musicae de Leipzig (Alemanha), que apresentará um espectáculo sob a epígrafe «From Leipzig to You», com um reportório assente em obras de música clássica.

No dia 6 de Abril os três coros reunem-se no Teatro Micaelense e encerrarão o Azores Festival Choirs, interpretando em conjunto o 1º e o 4º movimento da «Sea Simphony« de Vaughan Williams.

Mais um evento musical que coloca os Açores na rota dos grandes acontecimentos culturais europeus.

A não perder.

segunda-feira, 26 de março de 2012

ANATOMIA DUMA VENDETTA (I)

Já não constitui novidade para ninguém que desde a comunicação televisiva do PR num fim duma tarde de Verão (31.07.2008), pela qual Sexa alertava Portugal para as ousadias previstas no então Estatuto de Autonomia dos Açores (votado por unanimidade na ALA, saliente-se...), que o relacionamento da República com os Açores e vice-versa sofreu alterações profundas.

Nessa comunicação o PR afirmou que alguns artigos desse Estatuto punham em «risco sério o equilibrio institucional».

Nessa data o signatário encontrava-se no estrangeiro e foi através da EuroNews que tomámos conhecimento dessa comunicação e das suas consequências imediatas.

Por uns instantes - tal era a gravidade do momento e o semblante cerrado do respectivo orador! - pensei que os meus Açores tinham declarado unilateralmente a independência.

Hoje, quando confrontamos esse momento e os motivos evocados e elencados para anunciar o famigerado veto politico ao Estatuto, ficamos deveras perplexos e estarrecidos, com o que aconteceu a partir daí , e em especial nestes últimos tempos onde tem havido pontapés a eito na bucólica e tão mal tratada Constituição da República Portuguesa.

A verdade é que a partir desse momento as contradições do poder politico em Lisboa (maioria governamental e oposições) e as fintas institucionais entre os diversos orgãos de soberania (PR, AR e Governo Central) acentuaram-se , tendo como consequência imediata a ruptura dum consenso que tinha sido alcançado nos Açores.

Lembramos em especial a posição que os apoiantes do PR nos Açores assumiram a partir desse veto.

De apoiantes incondicionais do Estatuto, os cavaquistas locais começaram a roer a corda e progressivamente foram aderindo às teses do PR, transportando este facto politico para a luta politica interna nos Açores, fragilizando a nossa posição em relação à República.

Nunca fomos entusiastas desta Autonomia, todavia não deixamos de reconhecer que para atingirmos pacifica, democrática e conscientemente um grau superior de autonomia ou de auto-determinação, é necessário percorrer uma longa caminhada (step by step).

E o que sucedeu a partir desse momento foi a paragem nesse processo, ao qual alguém já o tinha apelidado de progressivo.

Inclusivamente, o Estatuto foi expurgado da expressão jurídica «Povo Açoriano», como as pessoas que aqui nasceram, viveram, defenderam estas ilhas e que construiram uma identidade própria, fossem confundidas com os habitantes dalgum subúrbio continental (com todo o respeito que temos por eles!) e que como sabemos não têm raízes históricas ou culturais ao lugar.

E foi a partir desse momento que os bloqueios institucionais, associados à eclosão da grave crise económica e financeira que ainda estamos a viver, foram surgindo paulatinamente nos Açores e contra os Açores.

Não é por acaso que a partir dos finais de 2008 até à actualidade, temos vindo a assistir a uma crescente animosidade contra os Açores; a uma inveja da nossa autonomia e da nossa maneira de viver e a uma crescente agit-prop, alimentada por algumas instituições nacionais, por muitos grupos de comunicação social e em especial muitos comentadores (ex-governantes e não só..) com avença em dia.

Infelizmente, nessa guerra montada e planeada contra os Açores, houve a colaboração e a participação de muitos dos nossos conterrâneos.

(cont.)


Figura: Mapa-mundi com as rotas marítimas percorridas pelo nosso navegador solitário, Sr. Genuíno Madruga, numa das suas viagens de circum-navegação.